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Cursos

- Administração

Informações Gerais

Formação do Bacharel em Administração

O curso de Bacharelado em Administração da FACHO foi concebido de acordo com as mais recentes inovações ocorridas no mundo dos negócios.

Oferecido nos turnos diurno e noturno, tem a duração de 4 anos. O Curso obteve em 2017 o reconhecimento do MEC com conceito 4 (muito bom).


Possui uma matriz curricular, cuidadosamente construída de acordo com as deliberações do MEC e do Conselho Federal de Administração, que contempla uma formação ampla e generalista do profissional, habilitando-o a exercer funções nas mais diversas áreas, em organizações públicas e privadas.


Com o foco na formação de profissionais empreendedores, capazes de conceber e administrar seu próprio negócio, o curso tem como suporte um moderno laboratório de informática.


Os professores foram selecionados entre profissionais com vasta experiência de mercado e com formação acadêmica de excelência, o que possibilita ao aluno, ter uma visão acadêmica e de mercado simultaneamente.


Paradoxalmente aos cursos tecnológicos, o curso de bacharelado em Administração amplia o campo de atuação do profissional graduado pela FACHO.

O Campo de Atuação

O Administrador pode atuar em diversas áreas, como:

Logística
Gestão de Pessoas
Gestão de Marketing
Gestão Financeira
Gestão da Produção e Operações
Análise de Sistemas
Professor Universitário
Dentre várias outras

Pode atuar em organizações diversas como:

Indústria Farmacoquímica
Indústria Automobilística
Hotelaria e Turismo
Empresas de Tecnologia
Agronegócios
Franquias
Consultorias
Dentre outras

Vagas e Turnos

Número de vagas oferecidas:
100 (cem) vagas anuais, sendo 50 (cinquenta) vagas a cada semestre letivo.

Turnos de Funcionamento:
Horário Matutino, das 8h às 12h
Horário Noturno, das 19h às 22h.

Coordenação do Curso

Coordenador: Prof. Me. Itamar Bezerra de Souza Filho

Fale com a coordenação do Curso: coordenacaoadministração@facho.br

Planos de Disciplinas do Curso de Administração - 2018 / 2021

Aqui você pode adquirir seus Planos de Disciplinas referente ao curso de Administração.

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Planos de Disciplinas do Curso de Administração - 2013 / 2017

Aqui você pode adquirir seus Planos de Disciplinas referente ao curso de Administração.

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Perfil de Egresso

Conheça o perfil do aluno egresso

O Curso de Bacharelado em Administração, oferecido pela FACHO, tem como perfil desejado do formando, a capacidade de compreensão dos fenômenos sociais, políticos e econômicos dentro de um ambiente globalizado, bem como, conhecimento técnico e científico das atividades da produção e sua gestão. Profissionais com capacidade e flexibilidade intelectual capazes de exercerem cargos estratégicos em organizações de pequeno e grande porte, detentores de visão empreendedora e liderança. Gestor que no seu processo decisório sempre tenha como referência norteadora princípios éticos e de responsabilidade social e ambiental.

PPC

Atenção

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Matriz Curricular

Confira

Clique e faça o download da Matriz Curricular.

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Corpo Docente

Adilson de Castro Chaves

Possui graduação em Engenharia pela Universidade Federal de Pernambuco (1982), graduação em licenciatura em química pela Universidade Federal Rural de Pernambuco (1979), Especialização em metodologia do ensino superior pela fundação do ensino superior de Olinda, Especialização em ensino de química pela universidade estadual do ceará e Doutorado em Engenharia Química ( Biotecnologia) pela Universidade Técnica de Lisboa (2000). Atualmente é Professor da Faculdade de Ciências Humanas de Olinda(FACHO) com as disciplinas de Matemática Financeira e Gestão Financeira. Professor adjunto da Universidade de Pernambuco(UPE) com as disciplinas de Bioquímica, Microbiologia, Biossegurança e Biofísica. Avaliador de curso e institucional do INEP / MEC e Professor do banco de dados do INEP para elaboração das questões do ENADE. Possui vivência em coordenação de Concursos Públicos atuando como coordenador Pedagógico da SISMETA. É membro do Instituto Brasileiro de Desenvolvimento Sustentável (SUSTENTE). Tem experiência na área de Biotecnologia, com ênfase em Bioquímica, Biofísica, Microbiologia, Biossegurança, Matemática, Metodologia Científica, Metodologia da Pesquisa e Seminários de Monografia. Atuando principalmente nos seguintes temas: Schistosoma mansoni, Purificação de Proteínas de interesse Imunológico, Ecologia de Sistemas Marinhos, Proteínas Recombinantes e em Educação no Ensino de: Química, Bioquímica, Matemática Básica, Matemática Financeira, Estatística, Administração Financeira, Biofísica, Microbiologia, Ecologia, Metodologia da Pesquisa, Metodologia Científica e Orientação de trabalho Científico.


Currículo Lattes: http:// http://lattes.cnpq.br/8843413391780278

Artur George de Andrade Pereira

Possui graduação (2003) e mestrado em Administração (2008) pela Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) . Tem experiência docência universitária, em várias disciplinas de cursos técnicos, de graduação e pós-graduação (tanto em formato presencial, como à distância, nos cursos de: Administração, Hotelaria, Turismo, Bacharelado em Sistema de Informações, Administração Pública, Ciências Contábeis e Marketing; em renomadas Instituições de Ensino Superior do Estado de Pernambuco: UFPE, UPE, UFRPE, IFPE, FACHO,FADEPE, Joaquim Nabuco, Maurício de Nassau, Esuda, FAESC, FAJOLCA, FACIG e Faculdade Santa Catarina (FASC). Tem interesse de pesquisar os seguintes temas: Comunicação Empresarial, Processo Decisório, Gestão de Pessoas e Análise Organizacional.


Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/8086484765518851

Danielle Cassia de Oliveira Gomes da Silva

Possui Mestrado em Ciências da Saúde pela Universidade de Pernambuco - UPE (2018) Especialização em Nutrição clínica -- UNINTER e graduação em BACHARELADO EM NUTRIÇÃO pela FACULDADE SÃO MIGUEL. Atualmente ministra aulas de nutrição normal, bioquímica e Ciências Biológicas Integradas na FACULDADE DE CIÊNCIAS HUMANAS DE OLINDA e Nutrição materno- infantil e avaliação nutricional na FACOTTUR - Olinda , atuando principalmente nos seguintes temas: gestante, estado nutricional, diabetes gestacional e Idoso.


Currículo Lattes: http:// http://lattes.cnpq.br/8546612299104470

Débora Uchoa Carneiro Cardoso

Graduada pela Faculdade Ciências Humanas de Olinda em Letras/Inglês (2014), Pós Graduada em Libras com ênfase em Educação Especial pela Universidade Salgado de Oliveira (2017) e Mestra em Ciências da Linguagem pela Universidade Católica de Pernambuco (2019). Profissional Tradutora Intérprete de Libras formada pelo CAS - Centro de Apoio ao Surdo, certificada com proficiência em Tradução e Interpretação da Libras - Língua Portuguesa pelo PROLIBRAS - UFSC (2015) e com proficiência em Interpretação certificada pela Universidade Federal da Paraíba - UFPB (2018), atualmente em exercício na Universidade Federal de Pernambuco (UFPE) como Tradutora e Intérprete de Libras do núcleo de acessibilidade da mesma, no Governo do Estado de Pernambuco como professora e intérprete de Libras e atua como professora da FACHO na graduação e pós graduação. Tem como língua materna a Língua Brasileira de Sinais e a Língua Portuguesa, tendo sua identidade como CODA - Child of deaf adult. Últimos trabalhos com o foco principal nos temas: Língua Brasileira de Sinais, Aquisição da Segunda Língua, Codas, atuação do profissional intérprete na IES, Reciclagem do profissional, Formação e Capacitação do Profissional Intérprete de Libras e Tradução e Interpretação da Libras para/de/da Língua portuguesa oral. Na linha de pesquisa sobre Processos de Organização Linguística e Identidade na UNICAP, sob orientação da Prof. Dra. Wanilda Alves Cavalcanti.


Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/4313552594344699

Eduardo da Costa Aguiar

Mestre em Tecnologia Ambiental pelo ITEP. Especialização em Marketing pela FAFIRE. Graduação em Administração de Empresas pela Universidade Federal de Pernambuco (1981). Experiência na área de Administração, Hotelaria e Tecnologia da Informação e Comunicação. Coordenador dos Cursos de Administração e Ciências Contábeis da FAFIRE. Coordenador dos Cursos de Pós-graduação em Gestão de Pessoas, Financeira, Marketing, Logística e Comunicação Empresarial da FAFIRE. Professor de Introdução à Administração e TGA da FACHO. Professor convidado de TGA da FCAP/UPE em 2015. Diretor Acadêmico da Faculdade de Tecnologia IBRATEC no período de 2011 a 2015. Diretor de Planejamento Estratégico da Secretaria de Turismo do Brejo da Madre de Deus no ano de 2009, sendo o autor do Planejamento Estratégico para Criação do Complexo Turístico de Nova Jerusalém. Consultor e Instrutor do SEBRAE/PE. Consultor na área de Hotelaria. Coordenador da Escola de Turismo Plínio Pacheco, localizada no Teatro de Nova Jerusalém, voltada para formação de jovens da região na área de Turismo. Autor de vários livros na área de Turismo, Administração e Educação. Membro do Conselho editorial na Revista do Espetáculo da Paixão de Cristo de Nova Jerusalém


Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/9296235271137799

Felipe Gustavo Soares da Silva

Professor da Faculdade de ciências humanas de Olinda (FACHO).Doutorando em Filosofia pelo programa de doutorado integrado UFPE-UFPB-UFRN. Mestre em Filosofia pela UFPE, especialista em didática (FALC) e em educação, pobreza e desigualdade social (UFPE). Licenciado (UFPE) e Bacharel (UNICAP) em Filosofia.Tem interesse pelo estudo da Filosofia antiga e pelo estudo da ética do cuidado e suas aplicações. Participa do grupo de pesquisa Dynamis: A filosofia antiga e seus desdobramentos, com o estudo da língua grega e leitura das obras platônicas. Ademais interessa-se pelo debate em torno da formação humana e da educação que destaque o papel do sujeito educado.


Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/4773768420852292

Geraldina Maria de Siqueira

Doutora (2019.1) e mestra (2012.2) pelo Programa de Pós-graduação em Administração (PROPAD) da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE), concluiu MBA em Marketing (2009) pela Faculdade de Ciências da Administração (FCAP) da Universidade de Pernambuco (UPE) e é especialista (lato senso) em Administração-Gestão da Comunicação Empresarial (2008) pela Faculdade Frasinetti do Recife (Fafire). Graduada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo (1999) pela UFPE. Bolsista CAPES junto ao PROPAD-UFPE entre 01 de abril de 2010 e 28 de fevereiro de 2011. Integrou como pesquisadora o Grupo de Pesquisa de Marketing e Pessoas (MKP) do PROPAD-UFPE e também o Natural User Experience (NUX) no Centro de Informática (CIn) da UFPE. Atua como docente dos cursos de Administração e de Ciências Contábeis da Faculdade de Ciências Humanas de Olinda (FACHO) e atuou como professora nas seguintes IES: UniNassau (2015.1-2016.2. Cursos de de Comunicação Social, Gestão de Marketing e Turismo), Faculdade Boa Viagem-FBV (2009.1-2016.1. Cursos de Administração, Gestão de Marketing, Gestão de Pessoas, Logística e Gastronomia) e na Faculdade Estácio do Recife (2013.2-2015.1. Cursos de Administração, Gestão de Pessoas, Gestão de Negócios e Gestão de Marketing). Atuou como docente em programas de Pós-graduação da Fafica (Faculdade de Filosofia Ciências e Letras de Caruaru) e da Faculdade Guararapes (FG), nas áreas de Comunicação e Marketing e de Cultura Organizacional. Ministrou cursos de extensão pela Fafire na área de Comunicação Corporativa e Interpessoal, onde também atuou como docente na Pós-graduação. Tem experiência de mercado em Comunicação, com e ênfase em Comunicação Corporativa, principalmente na área de gerenciamento, planejamento e implementação de políticas de comunicação e assessoria de comunicação.


Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/1965403894125326

Ghena Catarina Carneiro do Valle

Possui graduação em Administração - Faculdades Integradas do Tapajós (1995) e mestrado em Administração e Desenvolvimento Rural pela Universidade Federal Rural de Pernambuco (2016). Atualmente é professora da Faculdade de Ciências Humanas de olinda, professora especialista da Faculdade Estácio do Recife e professora especialista da Faculdade Santa Catarina. Tem experiência na área de Administração, com ênfase em Administração


Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/5904648839714471

Gilberto Guimarães de Farias

Possuo graduação em Ciências Contábeis e Especialização em Controladoria pela Universidade Federal de Pernambuco, Mestrado Profissionalizante em Educação pela FACNORTE. Atuei como professor nas seguintes instituições: Universidade Católica (14 anos), Faculdade Boa Viagem (8 anos), Faculade Joaquim Nabuco (8 anos), Faculdades Integradas de Pernambuco (1 ano). Atualmente sou professor assistente do Instituto Pernambucano de Ensino Superior IPESU (17 anos) e da Faculdade de Ciências Humanas de Olinda FACHO (5 anos). Alem de ter experiência na área de contabilidade (ensino e prática), tenho experiência na área de Administração, com ênfase em Logística e Suprimento. Tive oportunidade de ministrar as disciplinas: Contabilidade Geral, Contabilidade de Custos, Contabilidade Empresarial, Análise Contábil, Teoria da Contabilidade, Administração Financeira e Orçamentária. ocupei os cargos de Coordenador Administrativo e Financeiro da Minérios de Pernambuco S/A (Recife-PE); Analista Contábil Sênior e Supervisor de Suprimento inclusive coordenando operações portuárias nos portos do Recife, São Luiz (MA) e Vitória (ES), pelo Grupo Gerdau (Recife-PE); Chefe da Logística na Companhia Industrial da Paraíba S/A-CIPASA (Votorantim); Gerente Financeiro e Administrativo na Indústria Metalúrgica ITGN (Jaboatão dos Guarrapes-PE).


Currículo Lattes: http:// http://lattes.cnpq.br/5067183056067378

Humberto Caetano Cardoso da Silva

Possui graduação em Engenharia Civil pela Universidade Federal de Pernambuco (1999), Especialização em Computação com ênfase em Banco de Dados (2011), Mestrado em Gestão Empresarial pela Faculdade Boa Viagem - FBV/DeVry, aluno de Doutorado em Administração pelo PROPAD/UFPE. Atualmente é Diretor Técnico da Alliance3. Tem experiência na área de Ciência da Computação, com ênfase em segurança e governança de TI. Profissional certificado LPIC-1 (Linux Professional Institute), LPIC-2 (Linux Professional Institute), ITIL Foundation, ISO 27002 Foundation e COBIT 4.1 Foundation.


Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/4594928852071554

Itamar Bezerra de Souza Filho

Mestre em Administração pela UFPE, especialista Gestão Empresarial, com mais de vinte e oito anos de experiência profissional na área de Tecnologia da Informação e Gestão, em empresas nos segmentos da indústria, comércio e serviços. Gerente de TI, Coordenador do Curso de Administração e Professor da graduação e pós-graduação da Faculdade de Ciências Humanas de Olinda - FACHO. Forte atuação em gerenciamento de projetos de infraestrutura, implantação e administração de sistemas de gestão empresarial (ERP, WMS, PCP, BI e CRM), telecomunicações, liderança de equipes, gestão de contratos e redução dos custos operacionais utilizando as melhores práticas dos frameworks PMBOK, COBIT, BPM e ITIL. Consultor em gestão estratégica e tecnologia da informação na IOTB - Gestão & Tecnologia.


Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/8740482567984691

José Valdenito Feijó de Melo

Possui graduação em Curso Superior de Teologia para Padre pelo Instituto de Teologia do Recife (1979), graduação em Licenciatura Plena em Psicologia pela Faculdade de Ciências Humanas de Olinda (1986) e graduação em Formação do Psicólogo pela Faculdade de Ciências Humanas de Olinda (1986). Atualmente é professor da Faculdade de Ciências Humanas de Olinda - FACHO, Diretor da Escola Professor Cândido Pessoa do Governo do Estado de Pernambuco. Tem experiência na área de Psicologia, com ênfase na pessoa Humana (adolescente e adulto) e em Educação. Outrossim grande experiência na área Religiosa. Acadêmico do Curso de Direito pela Faculdade de Olinda - FOCCA. Doutorando em Psicanálise na Educação e Saúde - Doutorado Livre pela UNIDERC/FUNESO.


Currículo Lattes: http://buscatextual.cnpq.br/buscatextual/visualizacv.do?id=K4462629A0

Luciano Borges de Souza

Doutor e mestre em Antropologia pela UFPE, especialista em docência do ensino superior, graduado em História, atua como Professor na FACHO e no Núcleo da EaD da UFRPE e como Coordenador geral dos museus de Olinda, dirigindo o Museu do Mamulengo. É autor do livro Carnaval do Recife: Um reinado de três dias, publicado pela editora Livro Rápido em 2009 e reeditado pela Bagaço em 2013. Artesão em Crochê reconhecido pelo PAB.


Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/9060690061824728

Luciano João de Santana

Mestre em Gestão Pública pela Universidade Federal de Pernambuco - UFPE, Especialista em Gestão Avançada (APG) pela Amana-Key - SP. Certificado de Analista Comportamental PDC da Inscape Publishing e de Professional Coach Certification Life emitido e reconhecido pela International Association of Coaching. Certificação e Recertificação por Experiência com ênfase em Administração e Certificação por Experiência com ênfase em Investimentos pelo Instituto de Certificação dos Profissionais de Seguridade Social - ICSS. Atestado de Habilitação de Dirigente de Entidade Fechada de Previdência Complementar concedido pela Superintendência Nacional de Previdência Complementar - PREVIC do Ministério da Fazenda, nas duas habilitações Administração e Investimentos. Perito Judicial Administrador CRA-PE. Pós-Graduações em Planejamento e Gestão Organizacional pela UPE, em Recursos Humanos pela UPE, e em Engenharia de Segurança do Trabalho - UPE. Graduações em Administração - UFPE, Engenharia de Pesca UFRPE e Licenciatura Plena em Filosofia - UNICAP. Técnico em Eletrotécnica pela Escola Técnica Federal de Pernambuco. Atuou como Administrador da Companhia Pernambucana de Saneamento desde 1985 em atividades Técnicas e Gerenciais com incursões nas áreas de Atendimento ao Cliente, TI, Organização e Métodos, Cargos e Salários, Administração de Pessoal, Segurança do Trabalho, Cobrança e Planejamento Comercial, Planejamento Regulação e Gestão Organizacional. Atualmente é Diretor de Benefícios da Fundação Compesa de Previdência e Assistência - Compesaprev . Professor Universitário de Graduação e Pós-Graduação da Faculdade de Ciências Humanas e Sociais Aplicadas do Cabo de Santo Agostinho - FACHUCA nas Disciplinas de Ética Profissional e Recursos Humanos I , onde Coordena o Curso de Bacharelado em Administração. Professor de Graduação e Pós-Graduação da Faculdade de Ciências Humanas de Olinda - FACHO nas disciplinas de Avaliação da Performance Empresarial e de Gestão de Processos e Negócios. Áreas de interesse: Estratégia Empresarial, Ética e Responsabilidade Social Empresarial, Governança Corporativa.


Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/5605937718304141

Priscila Maria Lapa

Doutora em Ciência Política pela Universidade Federal de Pernambuco (2016), possui graduação em Comunicação Social (Jornalismo) pela Universidade Federal de Pernambuco (2002) e mestrado em Ciência Política pela mesma universidade (2007). Professora na Faculdade de Ciências Humanas de Olinda (FACHO) e Analista Técnica no SEBRAE-PE, atuando na Unidade de Políticas Públicas. Tem experiência como coordenadora de curso de graduação e no ensino superior nos cursos de Direito, Administração, Ciências Contábeis e Comunicação Social . Na Pós-Graduação, já lecionou disciplinas como Metodologia da Ciência; Marketing e Políticas Públicas. Tem experiência na área de Ciência Política, atuando principalmente nos seguintes temas: Eleições; Municípios; Processo Legislativo; Políticas Públicas.


Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/1215329622937349

Rafael Sampaio Octaviano de Souza

Possui graduação em Ciências Biológicas - Bacharelado pela Universidade Federal de Pernambuco (2002), mestrado em Ciências Biológicas (Botânica) pela Universidade Federal do Rio de Janeiro (2010), doutorado em História das Ciências e das Técnicas e Epistemologia.

Raphael Moreira dos Santos

Mestre pelo Programa de Pós-Graduação em Administração pela UFPE (PROPAD) da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Possui MBA em gestão de negócios e pós-graduação em gestão de equipes pela UNICAP - Universidade Católica de Pernambuco. Pesquisador integrante de equipe do projeto Compreensão de Significados Culturais do Trabalho dos Atores Inseridos em Espaços de Coworking (Propad UFPE). Atua como consultor nas áreas de gestão empresarial e gestão da inovação, além de professor em cursos de graduação e pós-graduação.


Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/6234983860163009

Renata Porto Chaves

Possui graduação em Administração de Empresas pela Universidade Católica de Pernambuco (2008) e mestrado em Administração e Desenvolvimento Rural pela Universidade Federal Rural de Pernambuco (2011). Atualmente é professora do Centro Universitário Maurício de Nassau, professora executora do ensino a distância. do GRUPO SER EDUCACIONAL, professora da Faculdade de Ciências Humanas de Olinda e responsável técnica - INSTITUIÇÃO SUSTENTE. Tem experiência na área de Administração, com ênfase em Administração de Empresas, atuando principalmente nos seguintes temas: mensuração de desempenho, gestão agroindustrial, supply chain performance, performance measurement e cadeias de suprimento.


Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/4456041005733343

Robson dos Santos Costa

Mestre em Inovação e Desenvolvimento pelo Centro Universitário dos Guararapes (2019). Especialista em Formação em EaD (2018) pela UNIP. Especialista Contabilidade Pública e Responsabilidade Fiscal pela Uninter (2014). Especialista em Contabilidade e Controladoria Empresarial pela UFPE (2011). Matemático e Físico (ambas licenciaturas) pela UNIP (2017 e 2020) e Contador pela faccor (2009). Gestor Governamental - Especialidade Administrativa vinculado à Secretaria de Administração de Pernambuco. Atualmente está Gestor da Setorial Contábil da Secretaria de Desenvolvimento Econômico - SDEC e professor da Faculdade de Ciências Humanas de Olinda - FACHO.


Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/9122870558158287

Rosevanya Fortunato de Albuquerque

Mestrado em Educação, Culturas e Identidades pela Universidade Federal Rural de Pernambuco/Fundação Joaquim Nabuco (2017) e Especialização em Educação Integral, Cidadania e Inclusão Social pela Universidade Federal Rural de Pernambuco (2010) e em Jornalismo Cultural pela Universidade Católica de Pernambuco (2006). Possui graduação em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Católica de Pernambuco (2004) e em Gestão de Recursos Humanos pelo Centro Universitário Maurício de Nassau/UNINASSAU (em andamento). Tem experiência profissional nas áreas de Comunicação (mídias, educomunicação e assessoria) e de Educação, com ênfase em Política Educacional de Educação Integral. Como educadora, foi docente na Universidade Federal do Espírito Santo (UFES) e na Universidade Federal de São João del Rei (UFSJ-MG). Ainda tem experiência como professora de Educação Integral na Universidade Federal Rural de Pernambuco (UFRPE) e na Faculdade de Ciências Humanas de Olinda (FACHO). Como formadora, atuou no Programa Conexões de Saberes pelas Universidades Federal e Federal Rural de Pernambuco (UFPE e UFRPE). Possui experiência como pesquisadora de Organismos Internacionais, da Fundação Joaquim Nabuco (Fundaj) e da Universidade Federal de Pernambuco (UFPE). Além disso, tem conhecimento em Facilitação para Grupos de Trabalho e em Comunicação Construtiva e Práticas Restaurativas nas Organizações.


Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/4957752038196176

Suenya Talita de Almeida

Possui bacharelado Em Direito pela Universidade Católica de Pernambuco (2007) e mestrado (2009) e doutorado (2013) em Direito pela Universidade Federal de Pernambuco. Foi professora substituta da UFPE - Universidade Federal de Pernambuco. Atualmente é professora convidada do Instituto Brasileiro de Estudos (IBEST), Focca - Faculdade de Olinda, atuando principalmente nos seguintes temas: deliquência juvenil, controle social, poder, direitos humanos e conflito. Leciona Direito Administrativo e Direito Tributário na Faculdade de Ciências Humanas de Olinda (FACHO).


Currículo Lattes: http://lattes.cnpq.br/3713037670371367

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6 dicas para ter sucesso no planejamento de sua empresa

Exame Abril - 11/08/2015

Planejar é uma das atividades obrigatórias tanto para as grandes empresas como para os médios e pequenos negócios. O planejamento auxilia o gestor na identificação de ameaças e oportunidades de mercado, contribui significativamente na elaboração de estratégias mercadológicas eficientes e, ainda, na gestão organizacional, para que seja mais eficaz.

Porém, apesar das vantagens oferecidas pelo planejamento, muitas empresas não conseguem organizar um planejamento de suas atividades. Seja pelo investimento necessário para programar ou manter a atividade de planejamento, o que representa aumento das despesas para a empresa, ou por falta de cultura organizacional, certos gestores simplesmente negligenciam o planejamento e conduzem no negócio a partir do seu próprio feeling.

A relação “custo” versus “benefícios oferecidos pelo planejamento” será favorável para a empresa desde que a mesma esteja disposta a utilizar as informações em suas estratégias e entenda que deve ser um compromisso de toda a organização, ou seja, de todas as áreas e pessoas.

Para as empresas que desejam iniciar o planejamento, algumas dicas são importantes:

1. Verifique quais as informações são importantes em cada área;
2. Identifique como as informações deverão ser obtidas e como deverão ser atualizadas;
3. Defina os responsáveis pelas informações;
4. Analise as informações disponíveis com base nos indicadores internos da empresa (vendas, produção, recursos humanos, financeiros etc.);
5. Elabore possíveis cenários (otimista e pessimista, no mínimo) e defina ações para cada um deles;
6. Estabeleça cronograma e indicadores para acompanhamento das ações.

O importante é que a empresa esteja convencida sobre as vantagens e os desafios do planejamento e saiba que é uma atividade de longo prazo e contínua. Como última dica, é importante que a empresa desenvolva seu próprio modelo de planejamento e utilize recursos próprios. Pode até contratar alguma consultoria para iniciar ou tirar algumas dúvidas ou pegar ideias, mas é importante não ficar dependente de ninguém.

Revistas e Artigos




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I JORNIC da FACHO

FACHO -

Desde hoje cedo (9h) a #Facho está sediando o I JORNIC, evento organizado pelo NEPE, núcleo que é coordenado pela Professora Dra. Sura Wanessa. O objetivo principal do Encontro é promover e incentivar a pesquisa e produção científica dos alunos dos diversos cursos da Facho. O evento irá acontecer até às 21h. #pesquisa #jornic


Comemoração ao Dia Internacional da Mulher

FACHO -

Em comemoração ao Dia Internacional da Mulher a FACHO exibiu o documentário: O renascimento do parto, que discute o parto normal e o parto humanizado, mostrando a importância de ter conhecimento sobre o assunto que vai além de uma simples escolha. Após a exibição do documentário houve um debate com a participação das professoras Joelma Gomes, Mercia Melo, Flavia Lavra, Maria Ângela, Renata de Miranda, Norma Pinheiro, Ana Paula e a Diretora Geral Ana Cristina, no qual foram tiradas dúvidas sobre o tema. À noite houve uma palestra com o tema: Mulheres no mercado de trabalho e na política com a participação da Professora Sirlene Costa e da Deputada Estadual e Advogada Laura Gomes.


A crise de valores para a empresa mais sustentável

Administradores -

Não podemos buscar sobrevivência a todo custo e preço.

A todo momento vemos nos principais noticiários que a crise econômica está atrapalhando a maioria dos negócios no país. Diante desta situação, na qual o país passa por grandes dificuldades, escutamos todos os setores se questionando quando será o movimento do governo e dos órgãos responsáveis pela recuperação e pelos ajustes econômicos e políticos para a retomada do crescimento. Já estávamos muito bem adaptados à estabilidade econômica por conta do plano que trouxe nossa moeda forte.

Muito me questiono se este crescimento não é somente uma ilusão de um país que já passou por dificuldades de inflação galopante e dívida externa imensa.

Felizmente, quando colocamos os indicadores sociais percebemos uma melhora comparativamente às últimas décadas. Posso parecer ingênuo com esta afirmação e em todo momento sou questionado pelos meus colegas e alunos, porém, considerando o que já passamos e a fase na qual estávamos, com certeza evoluímos muito.

O crescimento é necessário, todavia, se não avaliarmos o “por que deste crescimento” torna-se uma busca sem critérios. Algumas pesquisas realizadas pelo Instituto Gallup, entre 2013 e 2014, foram processadas e divulgadas pelo PNUD (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento da ONU), que mostra a real percepção do bem estar dos latinos americanos e dos caribenhos. Na ocasião, o economista chefe do PNUD para a América Latina e Caribe, George Gray Molina, explica que existe a necessidade de ampliarmos a visão para além da renda e do crescimento econômico, quando um terço da população desta região já diz ter tido preocupação com dinheiro, mesmo que dois terços encontrem-se em situação de pobreza e vulnerabilidade.

Temos muito o que evoluir, mas sempre com um foco. E a ideia é podermos pensar exatamente nesta vertente. Como criarmos valor para estas pessoas que estão nestas condições? Como criamos bem estar para todos? Mas você deve estar se perguntando, o que tem a ver estes tópicos com a minha PME? Neste momento de crise quero faturar e sobreviver...

É esse o pensamento de todas as organizações neste momento, entretanto, não podemos buscar esta sobrevivência a todo custo e preço. Vide as grandes empresas que estão passando por crises de valores com seus diretores e presidentes tendo que utilizar um localizador no tornozelo. A ética de grandes empreiteiras e fornecedores é que está agora sendo questionada, inclusive sendo premiado aquele executivo que acusar o outro. Isso sim é crise de valores, na qual vale tudo, ou quase tudo.
Falar em qualidade de vida e bem estar para todos é meio contraditório para pessoas e executivos que tiveram que lidar com uma situação totalmente fora do padrão.

Já a pequena e média empresa que está no meio deste mar de dificuldades éticas e morais terá que tentar sair ilesa. Aquelas que estão assistindo a estas cenas de teatro grego terão que continuar firme nas suas crenças e valores, no seu ideal do quando foi criada a empresa.

Está certo que existe uma grande quantidade de pessoas que acham que isso não é o que acontece no país, que pode ser, realmente, ingenuidade do autor, porém, posso justificar com dados de quanto perdemos com a corrupção e a falta de valores. O Centro de Estudos de Direito Econômico e Social (Cedes), da Fundação Getúlio Vargas (FGV), mostrou que o Brasil deixou de produzir cerca de R$ 87 bilhões em 2014 no faturamento de uma das maiores empresas do país e os seus agregados, graças aos problemas de falta de valores e ética.

A PME não pode perder sua missão e os seus valores, não pode entrar na turma do deixa disso, pois isso pode efetivamente tirar o sentido duradouro da sua existência, além de ser um risco muito grande, pois os problemas sempre caem para aqueles que têm menor força. Não perca os seus valores, pois geralmente é tudo que sobra!

Marcus Nakagawa é sócio-diretor da iSetor; professor da ESPM; idealizador e presidente do conselho deliberativo da Abraps (Associação Brasileira dos Profissionais de Sustentabilidade); e palestrante sobre sustentabilidade, empreendedorismo e estilo de vida.


MEI ou SuperSimples: qual regime é mais indicado para o seu negócio?

UOL -

Entenda as principais diferenças entre o MEI e o Simples Nacional e saiba qual deles é ideal para o seu negócio

Para quem quer começar um pequeno ou regularizar a situação do seu negócio, dois regimes tributários para pessoa jurídica são apontados corriqueiramente como as principais portas de entrada para a atividade empresarial: o MEI (Micro Empreendedor Individual) e o SuperSimples, sistema simplificado para micro e pequenas empresas.

Eleger o mais indicado para o ritmo financeiro de uma empresa depende das características de cada negócio. O segredo para identificar qual seria o mais vantajoso em cada caso é montar um plano de negócio consolidando perspectivas e, sobretudo, avaliar três elementos importantes: a previsão para a receita bruta, a quantidade de funcionários e de sócios, conforme aponta Silvo Vucinic, consultor do Sebrae-SP (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas de São Paulo).

MEI
“Se for o caso de um empresário individual que receba até R$ 60 mil, o MEI é uma ótima opção. É a porta de entrada para a atividade empresarial formalizada, com registro grátis e que pode ser feito de uma maneira muito simples pela internet”, aponta o consultor.

De acordo com o Portal do Empreendedor, plataforma do governo na internet, onde o registro pode ser realizado, o Microempreendedor Individual é a pessoa que trabalha por conta própria e que se legaliza como pequeno empresário. Para ser um MEI, é necessário faturar R$ 5.000 por mês (ou R$ 60 mil) por ano, não ter participação em outra empresa como sócio ou titular e checar se a atividade desenvolvida está dentro das permitidas pelo programa.

Entre as vantagens deste regime, Silvio Vucinic destaca a facilidade para a adesão e o custo muito reduzido para o enquadramento, já que o registro é gratuito e há uma série de isenções fiscais, além de não ser necessário contratar os serviços de um profissional de contabilidade – o que nos demais casos do SuperSimples é obrigatório. “O MEI paga um valor fixo por mês bastante reduzido, que é basicamente o ISS e ICMS mais uma contribuição com a própria previdência”, frisa.

Segundo a legislação vigente, o MEI é, na verdade, enquadrado no Simples Nacional, mas fica isento de uma série de tributos federais (Imposto de Renda, PIS, Cofins, IPI e CSLL). Assim, o microempreendedor paga apenas o valor fixo mensal de R$ 40,40, no caso de comércio ou indústria; R$ 44,40 para prestação de serviços ou R$ 45,40 no caso de comércio e serviços.

Vantagens e limites
Com as contribuições junto a previdência pelo MEI, o empresário individual tem acesso a benefícios como auxílio-maternidade, auxílio-doença, aposentadoria, entre outros. Além disso, a formalização no CNPJ (Cadastro Nacional de Pessoas Jurídicas) facilita a abertura de conta bancária, concessão de empréstimos e a emissão de notas fiscais.

O microempreendedor também pode ter um empregado contratado.

Apesar das vantagens, o enquadramento tem uma série de limitações: a empresa não pode ter sócios, ter participação em outra empresa e nem estourar a receita bruta anual de R$ 60 mil.

“Se no plano de negócio já há uma previsão de receita bruta maior ou se o negócio já está funcionando e a receita é maior, não é o caso do MEI. Além disso, o empresário individual precisa ponderar no seu planejamento que não poderá ter sócio, nem mais de um funcionário, nem mesmo abrir uma filial”, diz o consultor do Sebrae.

Nesses casos, segundo ele, o SuperSimples talvez seja uma alternativa melhor, aponta o especialista.

Simples Nacional
O Simples Nacional, também conhecido como Supersimples, é um regime compartilhado de tributação aplicável às micro empresas, aquelas com receita bruta até R$ 360 mil por ano, e empresas de pequeno porte, com faturamento entre R$ 360 mil e R$ 3,6 milhões.

O programa unifica o pagamento de oito tributos cobrados pela União, Estados e Municípios das micro e pequenas empresas.

“O Simples Nacional é um sistema unificado, em que o empresário paga vários impostos juntos, numa única vez e, muitas vezes, com isenções ou reduções. Nesse caso, o empreendedor pode ter sócios e participar de outras empresas. Além disso, quase não tem restrição de atividades que podem ser enquadradas nesse regime - o critério do limite para a receita é praticamente o único. Mas, é preciso ter contabilidade”, conta Vucinic.

Diferente do MEI, a tributação, nesse caso, varia de acordo com a atividade desenvolvida e a receita obtida com o negócio.

É necessário verificar a faixa de receita bruta da empresa nos últimos 12 meses para saber o percentual que deverá ser pago de impostos, utilizando a tabela do Simples Nacional, com diferentes alíquotas para a indústria, comércio e serviços que geralmente vão de 6% a 22% do faturamento em média.

O especialista avalia que na maioria dos casos o Simples aparece como mais vantajoso para empresas com receita entre R$ 60 mil e R$ 3,6 milhões, mas alerta que é importante conhecer outras opções e avaliar em cada caso.

“Vale notar que o imposto no Simples incide na receita e não no lucro. Dependendo das despesas, por exemplo, vale ver se compensa outros modelos de tributação sobre o lucro.”

O consultor orienta o empreendedor a procurar um contador ou do sistema Sebrae pode ser um bom caminho para montar o plano de negócios e escolher o regime de tributação compatível mais vantajoso para sua atividade.


5 características de um líder empresarial carismático

Exame Abril -

Qual a importância do carisma para um líder?

Quando pensamos na figura de um líder, dificilmente não a associamos a um ser carismático, ou seja, alguém com uma capacidade natural de inspirar e influenciar as pessoas a sua volta.

O termo carisma tem origem grega e significa ter a capacidade de agradar, atrair e cativar as pessoas, despertando sua atenção e interesse. Está associado, principalmente, a pessoas com êxito na vida e que se sobressaem devido a uma personalidade forte e impactante.
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São várias as competências que nos fazem reconhecer uma pessoa como líder. Dentre elas, podemos, certamente, destacar o carisma como a competência que possibilita um diferencial no âmbito das relações interpessoais.

Líderes carismáticos exercem com maior facilidade poder sobre sua equipe de trabalho, seus pares e também seus superiores. Possuem a habilidade de motivar as pessoas, conduzindo-as e orientando-as a um determinado objetivo a ser atingido, por meio do seu entusiasmo e sua autoconfiança.

Identificamos facilmente algumas características inatas nos líderes que possuem carisma dentro de uma organização:

1 - Saber seduzir e atrair os membros da equipe por meio de uma personalidade enormemente atrativa;

2 - Ser um grande comunicador, unindo a equipe ao seu redor devido ao seu poder natural de persuasão;

3 - Gerar admiração, o que amplia sua capacidade de conduzir as pessoas a atingirem resultados extraordinários;

4 - Possuir autoestima elevada, demonstrando muita segurança em suas ações, mesmo em situações difíceis, pois acredita que poderá superá-las;

5 - Demonstrar uma tendência a assumir riscos, influenciando sua equipe a galgar novos patamares de desempenho e inovação.

Todas essas características são consideradas fundamentais para o sucesso de um líder e sua equipe, porém não podemos esquecer que carisma é um dom, não um valor. Líderes carismáticos são importantes no contexto organizacional quando seus valores são virtuosos e direcionados ao bem-estar de todos a quem influencia.

A história está repleta de líderes que usaram seu carisma apenas para atender a interesses próprios, sem agregar nenhum valor ao meio ou a seus “seguidores”.

É importante ressaltar também que ter carisma apenas não é garantia para ser um bom líder. Também é preciso gostar e respeitar profundamente as pessoas como seres autônomos e aptos a fazer suas próprias escolhas.


Você é sua startup

Administradores -

Na prática, a distinção entre CPF e CNPJ não fará a menor diferença para o empreendedor.

Você tem um CPF. Sua empresa, quando formalizada, terá um CNPJ. Na prática, entretanto, isso não fará a menor diferença. Você será seu negócio. E seu negócio será você. Principalmente se o empreendimento em questão for uma startup, que geralmente é tocada por um bravo guerreiro solitário, em seus primeiros passos.

Sim, você é sua startup. Como um filho, ela será parecida em sua estrutura com você e terá um modelo de organização semelhante ao que você instituiu para si. Provavelmente, ela será influenciada pelas suas qualidades e defeitos pessoais. Por isso, estamos interligados visceralmente à cultura das nossas empresas desde o primeiro minuto de vida delas.

O empreendedor precisa estruturar a startup desde o princípio para que ela cresça com força e capacidade de expansão. Isso dependerá da ideia à qual ela está vinculada. E essa precisa ter relevância para poder se sustentar. A base aqui é o seu sonho.
O sonho é seu

As boas ideias, geralmente, causam estranhamento a princípio. Paul Graham nos lembra que os melhores negócios são aqueles que unem algo que os próprios fundadores desejam; que eles mesmos podem desenvolver; e que poucas pessoas acreditam que vale a pena perseguir.

Veja o AirBnb, por exemplo. Como desafiar a lógica hoteleira e acreditar que as pessoas alugariam suas casas para estranhos? Negócios como esse são disruptivos e provocam uma transformação no status quo.
Os investidores não querem saber apenas do seu negócio, querem saber de você

Após mostrarem sua capacidade de atrair usuários, essas startups se tornam aptas a receber investimentos anjo ou fundo de Venture Capital. E aí os investidores não vão avaliar simplesmente o negócio. Não vão avaliar papéis. Eles querem saber da sua capacidade empreendedora, do seu background. A startup, lembre-se, é você.
A equipe

Depois de estabelecermos a base, nos preocupamos com as pessoas que farão parte da formação da empresa. A equipe. Chegado o momento de iniciar contratações na startup, vale um conselho de Mark Zuckerberg: antes de contratar um funcionário, lembre-se de que ele sempre vai se perguntar se será interessante trabalhar para alguém como você. Em startups, isso é muito mais óbvio, porque o líder sempre está bem mais próximo, a relação é muito mais próxima.

E então: está mesmo disposto a encarar o desafio? Força e vá em frente!


6 erros no controle de caixa que podem quebrar sua empresa

Contabeis -

Uma empresa precisa dos olhos atentos dos seus donos e gestores a todo o momento. Durante esse processo, é comum que eles dispersem a atenção para um ou outro assunto mais urgente, deixando de lado algum setor estratégico

Para ser corretamente gerida, uma empresa precisa dos olhos atentos dos seus donos e gestores a todo o momento. Durante esse processo, é comum que eles dispersem a atenção para um ou outro assunto mais urgente, deixando de lado algum setor estratégico. E a falta de tempo pode prejudicar a gestão e, principalmente, o controle de caixa, o que pode ser algo extremamente danoso às operações.

Vamos ver neste post alguns exemplos de erros comuns e bem recorrentes no controle de caixa que você precisa abandonar agora!

Não conhecer muito bem o mercado

Isso pode ser fatal, pois gera produção além ou aquém do necessário, deixando os estoques sempre em desalinho com as reais necessidades da empresa. Uma consequência desse descontrole operacional é a alta necessidade de capital de giro e o endividamento no curto prazo.

Contratar pessoal sem experiência e não definir metas

Se o seu produto é novo no mercado, seus funcionários não precisam ser. Eles precisam saber o que estão fazendo e ter objetivos claros de produção. Sem saber para onde ir, pode-se ir a qualquer lugar e sua empresa só tem a perder com a falta de foco.

Atrair novos clientes sem planejamento prévio

Quando os níveis de venda diminuem, é normal que os empresários busquem alternativas para atrair mais clientes. Nesse momento, é comum dar descontos, oferecer parcelamentos com prazos maiores, além de brindes para cativar a clientela. Se isso não estiver previsto no planejamento e possuir o devido respaldo financeiro, pode ser o começo do descontrole do caixa.

Preocupar-se apenas em vender mais

Nem sempre o aumento do nível de vendas será a melhor alternativa para uma empresa. A depender do mercado em que ela atue, isso sequer é possível. Para esses casos, seria melhor reduzir ou reprogramar as etapas de produção, além de aumentar o nível de treinamento dos colaboradores. Assim como o aumento das vendas, a redução dos custos também tem o poder de manter ou aumentar as margens de lucro de uma organização, e este, sim, deve ser o foco principal de sua empresa.

Não acompanhar o que foi previamente planejado

Se o preço a ser oferecido aos clientes foi definido anteriormente, ele deve ser mantido. Se o controle de caixa deveria ser feito em dias alternados ou diariamente, essa regra do planejamento também deve ser respeitada à risca. Desvios em relação ao que foi planejado são responsáveis por grandes deslizes operacionais, podendo ocasionar a descontinuidade operacional no médio prazo.

Não reconhecer que precisa de ajuda

Quando se percebe que algo está saindo do que foi previamente planejado, é a hora de pedir ajuda. Um profissional da área financeira, como um contador, e um da área operacional, como um consultor ou engenheiro de produção, são valiosos nos momentos em que o empresário identifica que as coisas não vão bem. No entanto, há que se ter disciplina e perspicácia para reconhecer que se precisa de ajuda — o orgulho não deve prevalecer nesses momentos.

A gestão de um negócio é algo complexo, mas desde o controle de caixa até atividades operacionais, não é preciso fazer tudo sozinho. Buscar ajuda profissional sempre que julgar necessário pode ser a atitude que faltava para manter o controle de caixa em dia e os resultados sempre bons.


Pesquisa: crescente desejo por experiências diversificadas de carreira estão redefinindo a Gestão de Carreira & Sucessão

Administradores -

Funcionários mais jovens preferem uma experiência de trabalho variada a uma progressão linear na carreira e a boa notícia é que 77% dos Top Employers brasileiros já definiram planos de carreira laterais

A gestão de Carreira & Sucessão está passando por uma mudança fundamental, impulsionado pela escassez de competências, pela guerra global por talentos e por uma nova geração de funcionários que valoriza mais a flexibilidade e uma maior variedade de experiências de trabalho do que o tradicional modelo de progressão linear de carreira. Por isso, se antes a principal preocupação dos gestores de RH era o fortalecimento do pipeline de lideranças, agora eles precisam redefinir a gestão de Carreira & Sucessão para melhorar tanto a retenção de talentos em todos os níveis como o envolvimento com a empresa. Essa é a conclusão do relatório sobre Gestão de Carreira & Sucessão publicado pelo Top Employers Institute. O estudo é baseado em uma pesquisa global de boas práticas em Recursos Humanos feita com 600 empresas em 96 países.

O Brasil acompanha essa tendência: aqui, embora ainda prevaleçam os planos de sucessão para posições críticas ao nível da gestão, 54% das empresas já os estenderam para posições críticas em funções especialistas. Posições críticas em nível de gestão e nível executivo exibem os maiores percentuais: 85%, nos dois casos.

Duas mudanças globais estão forçando os gerentes de RH a repensar as estratégias de gestão de carreira e sucessão: a) a falta de competências e a competição global pelos melhores talentos, além do maior risco de se perder conhecimento crítico para os negócios devido ao envelhecimento da força de trabalho; e b) uma nova geração de trabalhadores que está buscando diversas experiências de trabalho e flexibilidade, e que está assumindo uma maior responsabilidade pela gestão de sua própria carreira, o que resulta em menor lealdade com a empresa e menor interesse na escalada tradicional, passo-a-passo, dos tradicionais planos de carreira. No Brasil, as empresas já perceberam isso e avançaram significativamente em relação aos formatos tradicionais de desenvolvimento de carreiras, embora estes ainda sejam mais comuns: 88% definiram planos de carreira verticais, mesmo percentual das empresas que definiram planos de carreira horizontais, mas 77% já possuem planos de carreira laterais.

Estas mudanças estão fazendo com que a gestão de Carreira & Sucessão se torne cada vez mais importante dentro do RH, uma vez que seu papel evolui do antigo foco na garantia de uma sucessão de lideranças tranquila para a retenção de pessoal no longo prazo. Para isso, os RHs brasileiros estão fazendo uso de diversas estratégias e abordagens:

- 96% esperam que seus gerentes promovam ativamente o desenvolvimento da carreira dos membro da equipe;
- 81% usamos modelos e métodos padronizados para identificar high potentials;
- 69% perfis de trabalho e competências associadas são avaliadas periodicamente para garantir que continuem relevantes.

"Uma das principais conclusões do nosso estudo é que, para os gestores de RH, não é mais possível se apegar apenas aos melhores desempenhos, aplicando o conjunto tradicional de incentivos. Faz-se necessária uma abordagem mais ampla para o desenvolvimento do funcionário, com maior consciência das necessidades que mudaram e dos valores da geração mais jovem de trabalhadores. Os gerentes de RH têm que deixar de ser caçadores de talento para se tornarem produtores de talento", afirmou David Plink, CEO do Top Employers Institute.

Para desenvolver seus trabalhadores, as empresas brasileiras fazem uso de uma ampla gama de programas para apoiar os funcionários em seus planos de carreira:

- 96% - programa de formação
- 77% - destacamento / transferência temporária (para uma organização diferente ou para uma parte diferente da organização
- 77% - coaching
- 69% - mentoring
- 65% - mobilidade internacional
- 65% - programas de rotatividade

Para lidar com sucesso com estes desafios de retenção, o planejamento estratégico de pessoal tem de estar intimamente ligado ao de Gestão de Carreira & Sucessão, a fim de identificar as habilidades atuais e as que serão necessárias no futuro, e se preparar para futuros gaps.

O estudo também mostra que as organizações que são bem sucedidas na Gestão de Carreira & Sucessão usam cada vez mais tecnologia integrada (Talent Suites). A prática de gestão de Carreira & Sucessão Gestão mais comumente apoiada por tecnologia é o plano de desenvolvimento pessoal on-line (85% das empresas com melhor desempenho o utilizam), seguido por modelos de competências (79%), e perfis de funcionários (75%). As práticas menos apoiadas pela tecnologia são planos de carreira definidos (58%) e planos de sucessão (57%), o que indica um foco maior na gestão de Carreira & Sucessão no curto prazo ao invés da busca por uma estratégia de longo prazo.

Entre as principais tecnologias usadas para apoiar práticas de gestão da carreira & sucessão no Brasil estão:

- 85% - Plano de Desenvolvimento Pessoal (PDP)
- 77% - Modelo de Competências
- 69% - Identificação de Talentos e Gestão de Talentos
- 65% - Revisão e calibragem do talento
- 65% - Descrição do cargo

A transparência ajuda a retenção: informações sobre perfis de vagas precisam estar acessíveis a todos os funcionários. Isto é confirmado pela Unilever, empresa certificada pelo Top Employers Institute: "Clareza e transparência sobre os planos de carreira para todos os funcionários tornam-se cada vez mais importantes quando você está lidando com talentos que são muito demandados pelo mercado", disse Antoinette Irvine, vice-presidente de RH da Unilever. "Se você quer que as pessoas permaneçam na empresa a longo prazo e não quer vê-las ir para outro lugar, então precisa fazer com que elas saibam porque devem ficar, e isso é uma questão de performance, mas, mais importante, é uma questão de carreira." Neste quesito, o Brasil avançou bastante, mas ainda não conseguiu universalizar o acesso às informações: o percentual de empresas que dão acesso irrestrito a todos os perfis de competência definidos é de 69%. Mas 81% já definiram um quadro de competências que descreve as competências para diferentes famílias de cargos e níveis, 73% dispõem de sistemas de formação de gestores em relação ao quadro de competências e 62% têm sistemas para educar os funcionários sobre o quadro de competências.


Quantos Administradores existem no Brasil?

Fonte: Sobre Administração -

Que o número de Administrador no Brasil vem crescendo nos últimos anos, disso ninguém duvida.

A Administração é uma das carreiras mais procuradas pelos jovens que estão ingressando nas universidades.

Muito se deve ao seu caráter amplo de atuação, que oferece ao estudante a possibilidade de se especializar em uma área específica, de acordo com seu interesse. E, claro, pelo número gigantesco de empresas que existem no Brasil.

Quantos Administradores existem no Brasil?

Mas afinal, quanto são realmente os profissionais formados em Administração em nosso país? Em quais estados eles estão distribuídos?

Abaixo você confere as respostas a estas perguntas:

Segundo o último levantamento realizado pelo CFA – Conselho Federal de Administração, juntamente com os CRAs – Conselhos Regionais de Administração, a situação dos Administradores registrados em Julho de 2014 era a seguinte:

(Abra a imagem)

Resumindo, atualmente, o Brasil possui mais de 390 mil Administradores registrados no Sistema CFA/CRAs, entre pessoas físicas e jurídicas.

E este número só aumenta!

Mas é preciso lembrar que a pesquisa só considerou os Administradores registrados. Ou seja, ela não incluiu os Administradores recém-formados que ainda não realizaram o seu registro, bem como os profissionais formados que não se registraram por não atuarem como Administradores.

Ainda segundo a pesquisa, o estado de São Paulo é o que mais possui Administradores registrados, com 63.463 (PF) e 7.811, seguido pelo Rio de Janeiro, com 46.451 (PF) e 5.201 (PJ). Minas Gerais aparece em terceiro.

Estudantes de Administração

Além de evidenciar o amplo crescimento da área de Administração no Brasil, esta pesquisa liga o alerta para a alta concorrência no mercado, mostrando cada vez mais que a especialização e desenvolvimento profissional são peças-chave hoje em dia.

Segundo dados do Censo da Educação Superior, realizado em 2012, o curso de Administração teve 833.042 matrículas somente naquele ano. Estes dados consolidam o curso superior em Administração como o mais procurado do Brasil.

Estima-se que, no Brasil, existam mais de 1.500 cursos superiores de Administração, que formam, por ano, mais de 114 mil Administradores.

Portanto, Administradores, foquem em suas carreiras e busquem maneiras de se destacarem no mercado. A concorrência está grande!


Como proteger a sua empresa das incertezas econômicas em 2015

Fonte: Sobre Administração -

O Brasil atravessa um momento de muitas incertezas quando o assunto é economia. Este ano de disputas eleitorais evidenciou este fato ainda mais.

A população se deparou com uma série de projeções pessimistas com relação ao futuro da economia brasileira. Muito disso se deve aos incontáveis equívocos cometidos pelos governantes que já estiveram no poder, ao longo dos anos.

E agora com a definição das eleições 2014, muito se fala no momento delicado que o país enfrentará já em 2015. Há especulações sobre a redução da confiança do mercado, na baixa taxa de crescimento do país, a alta da inflação, a elevação da taxa de juros, do preço da gasolina, água, luz etc.

Infelizmente não é possível afirmar neste momento que tudo isto se tornará real nos próximos anos. Mas, pessimismos à parte, não há dúvidas de que o Brasil terá algumas dificuldades para manter o seu crescimento em um futuro não tão distante.

Por isso, é muito importante que neste momento você mantenha total controle sobre suas finanças pessoais e, principalmente, de sua empresa.

Se você é um empreendedor precavido e que preza por certa estabilidade e boas taxas de crescimento do seu negócio, com certeza você mantém um controle rígido de tudo o que acontece com o seu negócio.

E quanto mais você conhecer a sua empresa e a forma como ela gera lucros e paga suas dívidas, melhor será para você gerenciá-la com firmeza em tempos de crise econômica, por exemplo.

E nada melhor do que um bom sistema de gestão para te dar o suporte necessário para o processo de tomada de decisão. Você precisa trabalhar com um software de gestão integrada de alta performance que te acompanhe nesta época de incertezas e especulações sem fim.

Um excelente exemplo deste tipo de software de ponta é o SIGE Cloud, um ERP Online completo, que conta com ferramentas exclusivas desenvolvidas especialmente para quem precisa manter as finanças de sua empresa sob total controle.

Com seus relatórios personalizados, o SIGE Cloud oferece informações processadas em tempo real que podem ser exportadas para planilhas do Excel, permitindo que o empresário realize novos cálculos e projeções de acordo com as suas necessidades.

Este planejamento baseado em simulações e projeções protege o empresário contra surpresas desagradáveis no final do mês. O que lhe permite ter um futuro mais tranquilo e com boas expectativas de crescimento no médio e longo prazo.

A SIGE Cloud possui em seu DNA a qualidade CIGAM, que desenvolve softwares há mais de 27 anos e conhece o mercado como ninguém. Afinal, ela já passou por inúmeras crises econômicas ao lado do empresariado brasileiro.

Com este ERP Online é possível gerenciar o Fluxo de Caixa, as Vendas, os estoques, as compras emitir Nota Fiscal Eletrônica e muito mais. E tudo isso por apenas R$ 24,90 por mês.

Quanto mais completa for a ferramenta de gestão que você utiliza, mais tranquila será a sua passagem pelos momentos de turbulência que poderão ocorrer nos próximos anos no Brasil. Esteja sempre preparado e conheça o seu negócio de perto.


Coaching no século 21: a conquista de resultados comprováveis

Fonte: Administradores -

Estamos em uma era de grandes descobertas e de evolução humana, o século 21. Um momento em que conhecimento e tecnologia estão ainda mais acessíveis e disponíveis as mais variadas classes sociais. A ciência avança a passos largos e a expectativa de vida no Brasil alcança a faixa de 74,9 anos, para ambos os sexos, segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em 2013.

O aumento da perspectiva de vida significa melhores oportunidades de desenvolvimento e, para isso, é preciso preparação para se destacar em um novo cenário, que promete ainda mais competição mercadológica e emocional. Mas como desenvolver novas habilidades ou aprimorar as capacidades já desenvolvidas para alcançar melhor qualidade de vida?

A Sociedade Brasileira de Coaching desenvolveu técnicas e ferramentas de alto impacto que geram essa capacidade, seja ela mental ou material, para todos os perfis de pessoas. Um processo que te leva a buscar novos entendimentos e alternativas capazes de ampliar as suas realizações e conquistas.

Por meio do treinamento Personal & Professional Coaching, você atingirá, de maneira mais rápida e eficaz, as suas metas e objetivos traçados para 2015.

Segundo o blog “Well”, do jornal americano New York Times, o Personal Coaching orienta o indivíduo a focar em seus próprios valores e a definir uma ideia do sucesso a ser atingido, assim como auxilia o cliente a estabelecer prioridades e a garantir seu bem-estar emocional.

Saiba como potencializar seu nível de resultados positivos nas mais diversas áreas da vida!


2015: a estreita ligação entre crise e oportunidades

Fonte: Portal Administradores -

Em 2014, as empresas brasileiras enfrentaram uma série de desafios econômicos. Para 2015, há a previsão de que se somem ao cenário novas diretrizes para políticas públicas que deverão continuar causando impacto na trajetória econômica do país. Os executivos não podem esperar pelo desfecho dessas mudanças com os braços cruzados. O caminho agora é trabalhar no sentido de aumentar a produtividade das empresas, e isto certamente diz respeito a investimentos em soluções tecnológicas. Percalços econômicos aumentam as oportunidades para que as empresas saiam da massa homogênea de negócios e alcancem posição de destaque e liderança de mercado.

Embora este não seja o caminho percebido como mais natural uma vez que o Brasil passa por dificuldades econômicas, este é o momento certo para as empresas investirem em novas tecnologias que permitam impulsionar a automatização de seus negócios. Os usuários, que enxergam problemas e não oportunidades, não querem gastar, e isso acaba por configurar um importante desafio para os revendedores. Por esta razão, é importante que os revendedores sensibilizem os usuários sobre as oportunidades que estarão perdendo ao optar por não atualizar sua tecnologia. A implementação de novas soluções automatiza os negócios e ajuda os usuários a otimizar seus processos, aumentar a produtividade e concentrar-se nas transações de vendas e atendimento aos clientes.

Em tempos de crise, é imperativo que as empresas aumentem sua produtividade. É interessante observar que as empresas que continuam prosperando no Brasil são justamente aquelas que investem em seus negócios. Ainda é tempo de investir. É importante garantir que os clientes não só tenham à sua disposição a solução certa, mas também que estejam capacitados para usar seus recursos. E essa é mais uma oportunidade de negócios.

Os revendedores podem acreditar que, neste momento, os usuários não realizarão muitas compras devido ao cenário econômico. Nós, por outro lado, acreditamos que essa é a hora de agir: promover as oportunidades e sensibilizar os usuários sobre a necessidade de novas soluções que ajudem a aumentar a produtividade e otimizar seus negócios. É momento de oferecer soluções que permitam que as empresas sobrevivam à crise e se mantenham competitivas. O aspecto comercial é parte fundamental para atingir esse objetivo. Os revendedores devem entender como vender a necessidade e, posteriormente, a solução.

Os negócios continuam sendo afetados por fatores cíclicos. Os revendedores com visão e coragem de trilhar um caminho no sentido contrário do senso comum podem elevar seus negócios a um novo patamar. O ano de 2015 poderá ser marcado pela crise, mas com certeza trará muitas oportunidades para aqueles que souberem identificá-las.


Como fazer um brainstorm produtivo?

Fonte: Portal Administradores -

Na economia, ela é uma concorrência rara de fatores apontados pelo "profeta" Nouriel Roubini que pode ameaçar a estabilidade econômica global. Na natureza, foi um fenômeno climático secular que atingiu a costa leste dos Estados Unidos e do Canadá, com furacões e ondas de 10 metros, deixando um prejuízo de US$ 200 milhões e cerca de 30 mortos. Mas nos negócios, essa tempestade pode trazer ótimos resultados para as empresas: chama-se brainstorming.

Ao contrário das demais, ela não vem ao sabor dos ventos ou das circunstâncias. Em certa medida, pode ser provocada, canalizada e mensurada, servindo como um excelente instrumento de estímulo à criatividade, transformação, geração de ideias e de novas soluções para os problemas. "Sua importância é total, visto que além de apoiar no processo de surgimento de novas ideias, o brainstorming auxilia em diagnosticar como está a empresa ou os resultados de uma área", afirma Irina Bezzan, headhunter da CPIM Morson International Group do Brasil.

Enquanto isso, Fabiana Schaeffer, sócia-diretora da Netza, defende que o objetivo principal do brainstorming é "criar o maior número de ideias acerca de um tema previamente selecionado, mas também para identificar problemas no questionamento de causas ou para se fazer a análise da relação causa-efeito".

A técnica, apesar de ser disseminada na atual dinâmica dos negócios, já possui algumas décadas. O conceito foi elaborado em 1942 por Alex Faickney Osborn, executivo do segmento de publicidade e propaganda, no livro How to Think Up. Mesmo assim, o brainstorming encontra resistência nas organizações brasileiras e nos próprios profissionais, reticentes em apresentar ideias que possam ser ridicularizadas.
O processo

1. Investigação do problema
2. Reunião da equipe e das informações
3. Definição do foco
4. Interação
5. Inspiração
6. Geração de ideias
7. Integração ou agrupamento
8. Implementação
Medidas para solucionar

Evitar debates nas sessões de brainstorming – o objetivo é a apresentação da maior quantidade possível de ideias diferentes e estimular discussões de modo a mitigar a inibição.

Não desprezar nenhuma ideia – pelo mesmo motivo da medida anterior: se uma ideia for descartada logo de cara, os demais participantes naturalmente irão se sentir menos à vontade, e uma ótima ideia pode ser perdida.

Modificar ou recombinar ideias apresentadas – com a apresentação das ideias, outras novas podem surgir a partir das primeiras, a partir de uma junção. Essas ideias também devem ser apresentadas na dinâmica.

Igualdade de oportunidades – uma das tarefas essenciais da liderança é eliminar qualquer tipo de hierarquia em uma reunião de brainstorming, favorecendo todos os profissionais com a chance de apresentarem suas ideias, sem qualquer tipo de discriminação.

Fugir das análises – a apreciação crítica das ideias faz parte de uma etapa posterior, durante o seu teste de viabilidade. No brainstorming, o objetivo não é avaliar o conteúdo de forma crítica, mas buscar diferentes soluções para novos problemas.


8 regras que vão facilitar sua vida em todos os aspectos

Fonte: Portal Administradores -

É impossível aprendê-la na escola, embora pertença a uma classe das habilidades mais importantes de nossas vidas. Cada um de nós aprende isso, No entanto, existem poucos professores que ensinam. Não há nada sobre isso em programas de TV, mas é usada em todos os lugares. A sobrevivência da espécie depende de sua qualidade. Os animais e tribos que a operam predominam sobre os outros.

A grande maioria das pessoas está inconsciente disso e isso está automatizado em suas vidas. Isso não dá qualquer chance de mudar hábitos aprendidos na infância. É sobre comida? Sobre a respiração? Não. Trata-se de uma comunicação consciente. Neste artigo, você descobrirá como as regras a seguir reduzem significativamente o número de erros de comunicação que são cometidos inconscientemente pela grande maioria das pessoas.

1. O que você diz você pode executar?

A regra número um - se você diz algo, você deve ter certeza que você pode executar o que está sendo dito. Caso contrário, a comunicação verbal não pode ser realizada. Se você ouvir: "Esqueça o número 4", você não será capaz de executar isso porque o processo de esquecimento não é possível. Este comando faz exatamente o efeito oposto - uma pessoa se lembra do que é suposto ser esquecido e, em consequência, reforça a informação que deve ser removida.

A situação é semelhante quando se trata de pais conversando com seus filhos: "Seja bom" (ou qualquer outro adjetivo). O verbo "ser" não é factível, porque é impossível "não ser". As crianças não entendem isso e ficam confusas, deixando os pais confusos também. Tente apontar o que você realmente quer dizer e tenha certeza de que é possível fazer isso, a fim de obter resultados físicos.

2. O que você diz é expresso precisamente?

"Seja bom", "Comporte-se", "Motive-se". Você sabe o que isso significa? Não, pois essa comunicação é privada de precisão e por isso é possível interpretá-la de muitas maneiras diferentes. Como resultado esse tipo de comunicação te traz qualquer resultado completamente diferente do esperado.

Em vez de "seja bom" diga a criança exatamente o que você quer, por exemplo: "coloque o brinquedo na prateleira com outros brinquedos". Em vez de "comporte-se", diga "Por favor, fale mais baixo". Não exija "motive-se" porque é impossível entendê-lo. Tente sugerir para o outro para ficar em pé, falar alto e falar sobre uma situação em que ele sente entusiasmo. O que você diz deve ser expresso com precisão - esta é a regra número dois.

3. O que você diz é expresso positivamente?

Você está oferecendo algo para beber a alguém, então você oferece uma xícara de café. A resposta é “não, obrigado”. Então você oferece um chá. Novamente você ouve um "não, obrigado". Suco de laranja? "Não". Um shot de vodka? "Não". Quanto tempo você precisa para ficar irritado? A negação em si é reativa - refere-se à realidade que já existe sem a criação de um futuro construtivo, deixando o interlocutor sem a possibilidade de resolver o problema. Particularmente, isso tem as suas consequências para as crianças que ouvem o que não fazer, pois assim elas não serão capazes de desenvolverem atitude pró-ativa na busca de soluções.

Além disso, o cérebro não reconhece negações - a sugestão de que você não deve pensar em um elefante rosa termina em fracasso, porque o cérebro processa o que você ouve (apesar da negação). Da próxima vez, se alguém lhe disser "Eu não quero me apegar a você, mas...", isso significa, obviamente, que ele ou ela quer ser como um carrapato em sua vida. Ao invés de dizer ao empregado "Não fale com o cliente desta forma", explique como exatamente você quer que ele fale com essa pessoa. Esta é a regra número três - o que você diz deve ser expresso de forma positiva.

4. O que você diz é uma mensagem para o outro ou para você mesmo?

"Entenda isso", "Ouça o que estou dizendo", "Sinta o que...". O outro lado não é capaz de compreendê-lo como você deseja ser compreendido, porque isso só pode ser feito por você. Ninguém pode ser responsável pelos processos mentais e emocionais da outra pessoa, porque é sempre você quem decide em última instância o que você sente e pensa (independentemente do fato de que o interlocutor seja um estímulo).

O outro lado também não pode saber o que você quer dizer e você não pode ser sentido como você deseja. No entanto, ele pode entender você em sua própria maneira, como ele imagina, sente e interpreta, isto é, de acordo com filtros cognitivos próprios. Se você compreender a si mesmo, você sabe que tipo de mensagem você deseja entregar e assim será possível entregar a mensagem para o outro lado. A regra número quatro é lembrar que você tem que tomar a responsabilidade para si e dá-la a outras pessoas.

5. O que você diz é uma descrição dos fatos mensuráveis ou é uma leitura mental?

"Eu vejo que você está se sentindo para baixo hoje, triste com algo". Não, o que você vê são lágrimas causadas por cortar a cebola.

"Eu sei o que você vai dizer agora". Não, você não sabe. Você apenas se lembra de uma situação semelhante e o que eu disse da última vez.

"Esta foto me diz que você foi infeliz naquele tempo". Não, fotos não dizem. É apenas a maneira que você interpreta e então você coloca sua interpretação nesta foto. É um erro de atribuição (fotos não têm capacidade de falar) e projeção (crença, que nós pensamos exatamente o mesmo que o nosso interlocutor).

Na verdade, a leitura dos processos mentais é difícil (até hoje não foram encontradas na psicologia soluções claras para, por exemplo, a linguagem do corpo) e na comunicação isso é ainda mais limitado - na prática é quase sempre impossível. Estima-se que a grande maioria das comunicações via e-mail é distorcida - isso significa que a recepção da mensagem é diferente da intenção do autor.

No entanto, a descrição de fatos é objetiva e ajuda a evitar muitos conflitos, como por exemplo, o tratamento de seu próprio julgamento como uma descrição objetiva da realidade. Este erro pode ser visto no exemplo a seguir:

- Você parece nervoso
- Não, eu não sou.
- É mesmo? Eu posso ver que você é.

Portanto, lembre-se sobre a regra número cinco de comunicação consciente - descreva fatos mensuráveis em vez de tentar ler mentes.

6. O que você diz descreve como você se sente ou é um ataque ao outro?

Normalmente, o ataque ao interlocutor leva a envolver-se em seus mecanismos de defesa do ego, para a proteção da autoimagem. Dizer ao parceiro "Você não me ama" provavelmente causará uma negação (Mas eu te amo), uma retaliação (Você sempre me tem aqui!), uma escalada do conflito (Quantas vezes você vai inventar problemas que não existem?). É melhor você começar a falar sobre seus próprios sentimentos em vez de atacar. É de caráter educativo, informativo e é seguro para a integridade do interlocutor.

No exemplo acima, em vez de "Você não me ama", a mensagem "Ontem, você disse que eu não fiquei bem neste vestido, eu me senti triste" seria mais eficaz. O interlocutor poderia dizer que aquela não era a intenção e em seguida você pode esclarecer dizendo "Eu entendo isso e eu estou feliz que você tinha outras intenções. Ao mesmo tempo eu entendi dessa forma”. A regra número seis o protege de conflitos. Certifique-se de quando você descreve seus sentimentos, você não ataque o interlocutor.

7. O que você diz se refere à pessoa ou ao comportamento?

Falar sobre o ser humano é sempre uma generalização, normalmente se está generalizando casos individuais. Este nível de avaliação - independentemente do resultado positivo (Você é muito inteligente) ou negativo (Você é completamente estúpido) - cria uma imagem irreal de si mesmo na cabeça do interlocutor. Irreal porque cada homem teve seus momentos em que ele se comportou como uma pessoa brilhante ou estúpida (dependendo da opinião de uma pessoa, pois não existem critérios objetivos de inteligência e estupidez).

Esta imagem forma um sentimento determinado de autoestima e a própria mensagem descreve aparentemente a realidade que não permite alterações. Se alguém é "estúpido", é impossível fazer qualquer coisa com ele. Portanto, é mais eficaz quando nos referimos ao comportamento do interlocutor, porque é mais fácil mudar um comportamento do que a personalidade. Ao invés de dizer "você é estúpido", diga "Antes de ver o cliente, por favor, leia mais sobre a empresa que você vai visitar". Em vez de dizer "você é sábio", diga "Quando você expressou sua opinião sobre esse filme, você me inspirou a vê-lo". A regra número sete ensina a falar sobre o comportamento das pessoas não sobre si mesmas.

8. O que você diz é de caráter direto ou tem uma intenção oculta?

"Querida, não têm quaisquer outros vestidos lindos?". Não é uma pergunta sobre outros vestidos, mas é um comentário negativo sobre este em particular. Palavras como "O que diabos você está pensando?" Não visam saber a opinião do outro lado, mas visam à expressão de frustração. As mensagens com duplo sentido expressam conteúdo que é diferente da real intenção do interlocutor, reduzem a confiança do interlocutor adulto e não são compreendidas pelas crianças. Construir relacionamento sem confiança é impossível. Quanto mais direta a mensagem (seguindo as devidas regras de correção social e sensibilidade do interlocutor ao feedback) mais honestidade e facilidade na aceitação de uma mensagem positiva. Sendo assim, a regra número oito - se você deseja entregar sua mensagem, deve ser claro e direto.

A implementação destas regras exige uma prática sistemática. Alguns desses erros de comunicação (por exemplo, dizendo empregados ou crianças o que não fazer) são tão prevalentes e, apesar de sua disfunção, eles são considerados um "padrão".

Felizmente, cada habilidade pode ser praticada e a melhor maneira de realizá-la é se concentrar em uma técnica por pelo menos uma semana. Claramente, o número de enganos e os conflitos serão reduzidos. Boa sorte!


5 pontos decisivos que transformarão sua carreira

Fonte: Administradores -

Liderar ou crescer na carreira não depende só de inteligência ou força de vontade; tomar as decisões certas nos momentos de maior importância pode mudar completamente o destino profissional de alguém. Esta é a ideia central de Julia Tang Peters, consultora em gestão em seu livro Pivot Points: Five Decisions Every Successful Leader Must Make (em tradução livre, "Pontos decisivos: cinco decisões que todo líder de sucesso deve tomar").

Falando ao site Inc, a autora compartilha que na conjuntura atual, negócios são criados todos os dias; rapidamente se encontra investidores e a empresa cresce. O que muitas vezes acontece, cinco ou seis anos depois, é que os líderes e idealizadores do projeto não acompanharam seu crescimento; eventualmente os investidores dizem "acabou a brincadeira, precisamos de um líder que consiga levar este negócio ao nível seguinte", e assim o empreendedor que teve a ideia inicial é deixado para trás por não saber levá-la adiante.

O motivo disso acontecer, segundo Peters, é que liderar não é fácil e é preciso vivenciar, experimentar, para crescer. De acordo com ela, entender os cinco pontos decisivos em uma carreira para saber como agir ao aproximar-se deles é o que faz líderes de sucesso. Veja quais são os cinco pontos e como

1. Lançamento

Este primeiro ponto normalmente acontece cedo na vida de um líder (mas nem sempre); é o momento em que se decide em que habilidade investir. Peters diz que normalmente, quando iniciamos a carreira, todos temos que enfrentar esta decisão: "Em quê eu realmente preciso ser o melhor?", questiona a consultora. Este ponto tem muito a ver com conhecer a si próprio e entender o que vai lhe dar satisfação enquanto profissional, para a partir daí investir nesse caminho. Muitas vezes o profissional não encontra essa identificação no primeiro ou segundo emprego, ou mesmo, ao se deparar com o mercado de trabalho ele percebe que o que estudou na faculdade não é exatamente o que quer perseguir como carreira. Decidir (e ter certeza), quer seja continuar em um caminho já iniciado, ou mudar totalmente de rumo, é o "ponto de lançamento" de qualquer carreira bem sucedida.

2. Virada

Em inglês, "turning point", que é este segundo ponto, significa o momento em que uma grande mudança acontece; é o ponto decisivo do que está por vir; é quando uma decisão transforma todo o resultado. Esse ponto acontece quando o profissional decide abraçar uma grande oportunidade ou um grande problema. Não é o analisar de uma possível oportunidade, mas o comprometimento total com ela. Este comprometimento é essencial pois é certo que ao se jogar em uma grande oportunidade o profissional encontrará muitos obstáculos; sem um comprometimento emocional não é possível alcançar sucesso como empreendedor. Além disso, quando existe um compromisso verdadeiro, as pessoas ao redor reconhecem sua existência e são movidas por ela. Estar ao lado de profissionais e líderes comprometidos é inspirador, e esse tipo de comprometimento cria energia e motivação, "construindo a plataforma para estabelecer liderança em sua área de trabalho", como diz Peters.

3. Ponto crítico

O "tipping point" pode ter muitos sentidos, inclusive pode significar "turning point", o ponto anterior. Mas nesse caso, estamos falando daquele momento em que o negócio já está andando e o empreendedor se depara com uma "barreira fundamental", segundo Peters, e decide enfrentá-la, ainda que arriscando. Esses obstáculos podem ser de diversas naturezas: um concorrente que ameaça seu negócio, ou uma barreira interna, como a necessidade de mudança que você não previu. Em qualquer caso, o que define esse ponto é a decisão de enfrentar o problema, arriscar uma grande mudança, porque esse momento é aquele em que "vai ou racha". O empreendedor de sucesso decide por ir em frente, vencer a barreira, elevar sua liderança ao próximo nível.

4. Novo comprometimento

"Com 20 ou 25 anos no mercado, todos enfrentam esta decisão", diz Peters. Neste ponto, o empreendedor já alcançou marcas importantes e obteve algum sucesso; as coisas deram certo, mas a paixão não é mais a mesma do início. "Recomprometer-se" é preciso, mas para isso um novo propósito precisar ser estabelecido, um que motive o profissional a alcançar outros objetivos, maiores, melhores. Firmar um novo comprometimento com o negócio e consigo mesmo pode significar mudar, retomar ou expandir; independente de qual seja o caminho, este ponto e a decisão que se toma aqui é que um negócio bem sucedido ao patamar de impressionante.

5. Abrir mão

Planejar e controlar é essencial para os negócios, mas chega o momento em que "deixar ir", "libertar" é necessário. A autora afirma que "deixar ir é uma estratégia de negócios, especialmente para o fundador de uma empresa". Se no ponto anterior, o empreendedor decidiu seguir em frente e mudar seu negócio ou permanecer, mas expandir, vai chegar um momento em que o papel do fundador ou do líder terá que mudar. Ele precisa abrir mão do seu papel, e talvez capacitar pessoas para continuar o seu legado. Muitos empreendedores não conseguem largar mão do controle, pensam que a empresa só funcionará enquanto ele estiver à frente, mas a vida do fundador não é eterna e parte da responsabilidade de criar um negócio é justamente encontrar e preparar o líder que lhe sucederá. Abrir mão, e tomar essa decisão com cuidado e zelo, proporcionará vida longa ao empreendimento.


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